O Festival Literário vai até domingo dia 9 de julho
Com atividades iniciadas na manhã de quarta-feira (5) o 11º Fliaraxá continua até domingo (9) com uma extensa programação para todos os públicos. Com o tema “Educação, Literatura e Patrimônio” , o festival é considerado a 2ª maior feira literária da América Latina.
No primeiro dia do Fliaraxá foi realizado o corte da fita, logo depois a participação do professor Danilo Miranda, diretor do SESC São Paulo em um vídeo, depois debate com Ton Farias e a exposição ‘Muros Invisíveis’ com uma homenagem para os professores negros. Ainda durante a noite aconteceu a apresentação do trabalho de “Muros Invisíveis” a Marisa Rufino e o Gabriel (Sirbag) e professores que participaram da mostra relataram suas participações.
Na manhã desta quinta-feira (6) o escritor e curador da área infantil do Fliaraxá, Léo Cunha, disse da programação de hoje. “Estamos com uma programação bastante ampla nos três auditórios. Uma voltada a programação local, outra com o público infantil e adulta na parte da noite. Uma programação gratuita e muito variada. Contamos com a nossa livraria que conta com nomes dos autores que estão participando da feira literária” disse Cunha.
Confira a programação:
Nacional e Internacional
Dia 6/7 – Quinta-feira
15h – Marco Lobo – “Descobrindo ritmos: a música como interface do mundo” (Auditório 3)
16h – Michele Arroyo e Cynthia Rocha Verçosa – “Educação, vida e Patrimônio” (Auditório 1)
17h – Tom Farias – “Oficinas de ideias: como usar a história para contar história?” (Auditório 1)
18h – Lucrecia Zappi – “Sobre o que falar e o que dizer: a literatura como instrumento de construção” (Auditório 1)
19h – Sérgio Abranches – “A linguagem do ódio na ficção e na vida” (Auditório 1)
19h – Luana Tolentino, Cassia Letícia de Paula e Silva e Adriana Aparecida Alves – Educação e Racismo (Auditório 2)
19h – Homenagem a Pedro Muriel – Roberta Muriel e Chico Mendonça (Auditório 3)
20h – Jamil Chade – “Os novos muros: as vidas sequestradas de imigrantes e refugiados no século 21” (Auditório 1)
21h – Trudruá Dorrico – “Como me descobri indígena” (Auditório 1)
Infanto Juvenil e Juvenil:
Dia 6/7 – Quinta-feira
8h30 – Sarau com o grupo “Deu na Telha e convidados” (Auditório 2)
9h30 – Tino Freitas – “Palavra também é brinquedo” (Auditório 2)
9h30 – “Encontro com autores” – Adriano Rodrigues, Rafael Nolli, Evânio Bezerra (Jimmy Rus) e Yuri Afonso. Mediação Alisson Romualdo. (Auditório 3)
10h30 – “Patrimônio Cultural Negro como espaço para o afeto” – Ana Claúdia Theodoro e Luciano Moicano. Mediação: Carla Silva (Auditório 3)
10h30 – “Projeto Raízes: em busca do nosso passado”. Com Alisson Romualdo, Antônio Bonesso e Lúcio Gama. Mediação: Amanda Abdalla. (Auditório 2)
14h – Sarau com o grupo “Deu na Telha e convidados” (Auditório 2)
15h – Rogério Andrade Barbosa – “Contos Brasil e África” (Auditório 2)
17h – Líria Porto e Cesar Campos com mediação de Janaína Silva. – “Encontro com autores: literatura para crianças e adolescentes” (Auditório 2)
18h – Rafael Nolli – “Encontro com autores” (Auditório 2)
Musical
Dia 6/7 – Quinta-feira
11h/17h – DJ Lucio Ilian – Brasilidades & Lounge (Palco)
17h/18h30 – Rivas (Palco)
Adriano Rivas é um músico araxaense formado em música pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU. Desde sua graduação,se dedica ao ensino do violão e à coordenação do Curso Técnico em Instrumento Musical pela Escola Municipal Maestro Elias Porfírio de Azevedo. Além disso, realiza apresentações instrumentais de sua autoria e arranjos de violão solo. Seu show “Violão com Alma” traz uma nova leitura de hits que fizeram sucesso tanto nacionais quanto instrumentais.
18h30/20h – DJ Lucio Ilian – Brasilidades & Lounge (Palco)
20h/21h30 – Lula Ribeiro e Marco Lobo (Palco)
O percussionista baiano Marco Lobo foi integrante de bandas de músicos consagrados da MPB como Milton Nascimento, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil e muitos outros. Com sua bagagem profissional, talento e empreendedorismo, partiu para a carreira solo no Brasil e no exterior. Marco possui 4 CDs lançados e um DVD; ministra oficinas e workshops, cria e executa projetos musicais que fortalecem a música instrumental brasileira e a integra com outras manifestações culturais ao redor do mundo.
Cantor e compositor sergipano, Lula Ribeiro começou sua trajetória musical, em sua cidade natal, Aracaju (SE). Em 1986 passa a morar no Rio de Janeiro e há 18 anos, reside em Belo Horizonte. Lançou trabalhos com os artistas Paulo Lobo, Irineu Fontes, Moska, Luiz Melodia, A Cor do Som, Kleiton & Kledir, Doces Cariocas, Edu Krieger, Vander Lee, Zé Renato, Sá & Guarabyra e Bossacucanova, embrião do projeto “Lula Ribeiro Convida”, lançado em 2010 em Belo Horizonte e há sete anos também em Aracaju, onde já dividiu o palco com Flavio Venturini, Zeca Baleiro, Vander Lee, Fernanda Takai, Flávio Renegado, Roberta Campos, entre outros. Em 2018 lançou o CD “O amor é sempre assim”, última produção do baixista Arthur Maia, onde apresenta parcerias com compositores como: Zeca Baleiro, Vander Lee, Pierre Aderne, Gabriel Moura, Paulinho Pedra Azul, Alexandre Nero, e outros, e participações especiais de Zeca Baleiro, Chico César, Flavio Venturini, Fernanda Takai, Tony Bellotto e Flávio Renegado. Durante a pandemia lançou alguns singles e EP’s em parceria com Zeca Baleiro, Kleiton & Kledir, Zé Renato, Sergio Guizé e Paulinho Moska, além de “Primeiro amor”, o primeiro single do seu mais recente álbum “Vida haverá”, lançada no final de 2022, com todas as canções compostas em parceria com Sérgio Rodrigues.
21h30/23h – Banda Latitude 19 (Palco)
Formada em 2021 na cidade de Araxá, a Latitude 19 é uma banda de pop rock composta pelos músicos Alessandre Paiva (guitarra e violão), Jeovaine Tiburcio (voz, violão e gaita) e Wender Ferreira (bateria). A banda possui uma proposta de shows dinâmicos, com muita energia e animação, atendendo com excelência os principais eventos, festas e casas de show. Seu repertório eclético e versátil transita pelas principais vertentes do rock e do pop nacional e internacional com uma pegada original, recheada de releituras, unindo o passado ao presente de forma autêntica e criativa. A banda traz em seu nome as coordenadas geográficas de Araxá, e em seu trabalho autoral, que segue em desenvolvimento, carrega a cultura musical de sua cidade, com parcerias e canções de grandes músicos e compositores locais.