BEM BRASIL
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Postado em: 13/07/2025 - 19:38 Última atualização: 14/07/2025 - 08:22
Por: Natália Fernandes - Portal Imbiara

Mapeamento aéreo identifica mais de 470 possíveis focos do Aedes aegypti em Araxá

Setores Sul e Oeste do município foram monitorados por drones; ação busca reforçar o combate à proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya

O objetivo é reduzir os índices de infestação e prevenir novos casos das doenças. Foto: Prefeitura de Araxá

Com o apoio de novas tecnologias, uma ação de mapeamento aéreo por drones identificou 470 locais com potencial para serem criadouros do mosquito Aedes aegypti, em Araxá. O levantamento foi realizado nos setores Sul e Oeste da cidade, regiões consideradas críticas no combate às arboviroses, como dengue, zika e chikungunya.

O uso de drones permitiu a identificação de áreas de difícil acesso para os agentes de endemias, como imóveis fechados, telhados com acúmulo de água e terrenos baldios. As imagens captadas foram analisadas para verificar a presença de objetos e estruturas que possam acumular água parada, criando ambiente ideal para a proliferação do mosquito.

Após a análise das imagens, equipes da Vigilância Ambiental estão visitando os locais identificados para confirmar os focos, orientar moradores e, quando necessário, realizar ações de limpeza, eliminação de criadouros e aplicação de larvicidas.

O mapeamento aéreo é uma das estratégias adotadas para intensificar as medidas de enfrentamento ao Aedes aegypti, especialmente em períodos com maior incidência de chuvas, quando o risco de surtos aumenta.

Além da tecnologia, o trabalho de combate às arboviroses continua contando com ações de educação em saúde, visitas domiciliares e fiscalização de terrenos com acúmulo de entulho ou recipientes expostos à água.

As autoridades reforçam o pedido de colaboração da população, lembrando que a maior parte dos focos do mosquito ainda está dentro das residências. A recomendação é que cada morador faça vistorias semanais em seus quintais e elimine qualquer recipiente que possa acumular água.

Com esse tipo de monitoramento integrado à atuação das equipes de campo, o objetivo é reduzir os índices de infestação e prevenir novos casos das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti no município