Secretária de Saúde relata os motivos de academias e igrejas estarem de fora das flexibilizações
Um fato muito questionado pela população de Araxá são os critérios de escolhas levado em conta na hora de decidir o que pode ser flexibilizado e o que não pode na cidade durante esse período de pandemia de coronavírus. A secretária Municipal de Saúde e coordenadora do Comitê de Enfrentamento ao Covid-19 de Araxá, Diane Dutra, explicou sobre os critérios e o porquê das igrejas e academias estarem de fora dessa flexibilização até o momento. A explicação da secretária foi dada em audiência pública na Câmara de Vereadores da cidade, nessa terça-feira (2).
“Em todos os estudos no Minas Consciente, programa para reabertura da economia do estado, e do Brasil, os índices de contaminação de academias e igrejas eles são altos. É onde tem aglomeração, contatos de pessoas. Então são esses critérios que são a base para qualquer tomada de decisão do comitê. Claro que tem uma discussão muito grande, só que tudo tem uma base cientifica e técnica para as tomadas de decisões. Hora nenhuma prevalece vontade de ninguém. Por isso a gente tem um infectologista e um médico no comitê”, informou Dutra.
Dutra ainda comentou sobre o comitê ter flexionado horários para bares e restaurantes. “A ideia de abrir restaurantes é questão da alimentação. Só que na hora que você vai fiscalizar bar e restaurante é muito complicado porque tem o bar que serve alimentação. O objetivo da liberação para bar e restaurante é simplesmente alimentação”. pontuou.
No final de sua fala, a secretária de Saúde comentou sobre como é a atuação do comitê sobre o que pode ser liberado. “A gente tem um limite de atuação. Temos que seguir deliberações do estado ou o programa do estado. Então, não é tudo que a gente pode estar liberando sem esse comparativo com o estado e com cidades da região”, ressaltou.
Ouça a secretária de Saúde de Araxá, Diane Dutra.